
“A transformação que eu tive enquanto pessoa me impressiona. Às vezes, quando olho para tudo, nem eu acredito.” É assim...
Transformamos vidas através de técnicas avançadas e humanizadas, com conforto e dignidade a quem vive com linfedema.
Tratamos cada paciente com uma abordagem única, alinhando ciência e cuidado humano.
Utilizamos técnicas microcirúrgicas de última geração para resultados excepcionais.
Contamos com especialistas dedicados para oferecer um atendimento completo e integrado.
O projeto Linfoviva é uma iniciativa inovadora dos microcirurgiões Leonardo Avellar e Marcelo Magaldi, focada na aplicação da supermicrocirurgia para transplante de linfonodos como tratamento para o linfedema — um inchaço crônico que afeta principalmente membros superiores e inferiores, frequentemente decorrente de cirurgias oncológicas, como as de câncer de mama.
A técnica envolve a retirada de linfonodos de áreas do corpo onde são abundantes e o implante em regiões afetadas pelo linfedema, com a necessidade de conexão a vasos linfáticos e sanguíneos de calibre inferior a 1 mm — daí o termo “supermicrocirurgia”.
Elizabeth Almeida, portadora de linfedema primário, foi submetida à primeira supermicrocirurgia para transplante de linfonodo na Bahia. O procedimento foi realizado pelos neurocirurgiões Dr. Leonardo Avellar e Dr. Marcelo Magaldi. Leia mais.
Em seis meses, Eliane Eudes de Oliveira, 52, corretora de imóveis, enfrentou um aumento de peso devido ao linfedema e foi submetida a um transplante de linfonodo realizado pelo Dr. Marcelo Magaldi. Leia mais.
Dr. Leonardo Avellar e Dr. Marcelo Magaldi conduziram uma aula sobre supermicrocirurgia para transplante de linfonodo, destacando a técnica como uma esperança para pacientes com linfedema. Leia mais.
O neurocirurgião Leonardo Avelar explica que a técnica conhecida como supermicrocirurgia permite melhorar a qualidade de vida tratando a drenagem do líquido e diminuindo o inchaço. Apesar de não ter cura, o paciente pode melhorar o quadro em até 50%. Leia mais.
A primeira supermicrocirurgia para transplante de linfonodo da Bahia aconteceu no dia 5 de agosto de 2022, no Hospital Aliança. A paciente beneficiada pelo tratamento foi a mato-grossense Elizabeth Rezende Almeida, de 30 anos, portadora de linfedema primário desde os sete anos de idade. Em entrevista à Metrópole FM, o neurocirurgião Leonardo Avellar* fala sobre o procedimento, técnica utilizada e expectativas para quem sofre com a doença.
Nossos tratamentos são humanizados, minimamente invasivos e focados no conforto do paciente.
O transplante de linfonodo vascularizado (TLV) realizado por microcirurgiões é, hoje, considerado o tratamento mais avançado e promissor para o linfedema. Mais do que controlar o inchaço, ele atua na causa do problema — devolvendo ao corpo a capacidade de drenar a linfa de forma natural, funcional e duradoura.
Para quem já passou anos convivendo com drenagens manuais, bandagens, meias de compressão e outras terapias paliativas, a supermicrocirurgia representa a possibilidade real de um tratamento definitivo — com impacto a longo prazo na qualidade de vida.
Grandes centros de saúde nos EUA, Europa e Ásia já adotam o transplante como protocolo em casos moderados a graves, especialmente após cirurgias oncológicas e radioterapia.
A cirurgia reconecta linfonodos vascularizados a vasos linfáticos e venosos doentes sob microscópio. As estruturas têm menos de 1mm — exigindo conhecimento técnico elevado e equipe especializada.
O linfedema é uma condição crônica e progressiva. Antes da cirurgia de linfedema com transplante de linfonodos, não havia tratamento definitivo para impedir de forma consistente a progressão da doença, que afeta a qualidade de vida dos pacientes por meio de acúmulo de líquido intersticial, alterações de pele, infecções recorrentes e perda funcional progressiva.
O principal objetivo da intervenção cirúrgica com transplante de linfonodos não é apenas promover melhora estética ou redução volumétrica imediata, mas, sim, interromper a progressão natural da doença. Ao interromper o ciclo vicioso de estagnação linfática, fibrose e inflamação crônica, essa abordagem pode estabilizar o quadro clínico e, secundariamente, proporcionar ganhos funcionais significativos.
Estudos clínicos e revisões sistemáticas demonstram que o transplante de linfonodos pode contribuir para a melhora clínica em pacientes com linfedema, especialmente nos estágios iniciais a intermediários. A literatura internacional descreve benefícios como:
Referências importantes incluem trabalhos de Becker et al., Viitanen et al., e Cheng et al., que demonstraram eficácia do procedimento em múltiplos centros internacionais.
Os resultados obtidos em nossa instituição estão em consonância com os achados descritos na literatura, tanto no aspecto clínico quanto na evolução funcional dos pacientes. Reforçamos que a principal meta terapêutica é o controle da progressão da doença, e não apenas a redução volumétrica imediata, o que exige avaliação a médio e longo prazo.
A cirurgia de transplante de linfonodos deve ser entendida como uma medida terapêutica voltada à contenção da progressão do linfedema, com base em evidências científicas robustas. Sua indicação deve ser sempre individualizada, considerando o estágio da doença, a resposta ao tratamento clínico e a repercussão funcional sobre o paciente.
Recebemos pacientes do Brasil e do mundo. A Linfoviva oferece estrutura completa e atendimento personalizado desde o primeiro contato: suporte multilíngue (português, inglês e espanhol); comunicação ética e transparente; acompanhamento pré e pós-operatório remoto; equipe liderada por microcirurgiões de referência.
Adotamos técnicas microcirúrgicas modernas para resultados eficazes.
Nossa equipe multidisciplinar se dedica ao bem-estar do paciente.
Criamos planos de tratamento adaptados para cada necessidade individual.
Somos referência internacional em cuidados com linfedema.
Formação Acadêmica:
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com residência médica em Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da mesma instituição.
Especializações:
Internacionais: Realizou fellowships em Neurocirurgia no Hôpital Hautepierre da Université Louis Pasteur, em Estrasburgo, e no Hospital Universitaire Pitié-Salpêtrière, em Paris, França .
Atuação Profissional:
Coordena o serviço e a residência de Neurocirurgia do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, onde lidera procedimentos de alta complexidade.
Formação Acadêmica:
Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com residência médica em Neurocirurgia na mesma instituição.
Especializações:
Mestre e Doutor em Cirurgia pela UFMG. Realizou pós-doutorado no Ecogene 21, no Canadá, e obteve livre-docência pela Université de Montréal.
Atuação Profissional:
Professor associado na Université de Montréal e pesquisador no laboratório de simulação neurocirúrgica da McGill University, no Canadá.
Pesquisa e Inovação:
Pioneiro no uso de placenta humana e bovina como modelo de treinamento em microcirurgia, com diversas publicações internacionais sobre o tema.

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